Esse é um jogo sem frescuras para quem curte o principal: gameplay. Sem extras, sem escolha de dificuldade, sem continue, sem galeria de imagens. Se o que interessa é o jogo em si, então você está em casa. Gráficos: A única parte estranha dos gráficos é o cenário que tem sempre o mesmo padrão abstrato se repetindo, mas se você considerar que há uma tradição de shooters abstratos, a coisa passa a fazer sentido. No mais, este jogo tem algumas das melhores sprites já feitas para um jogo 2D. A única coisa que posso dizer é que o desenhista é um gênio. Óbvio, se ultrapassado significa retrô, então é muito ultrapassado, e como isso é bom! Sim, a resolução é baixa, mas caramba, é um jogo indie feito para o Sharp X68000 em 1995! São pixels que te assustam? Ora, veja a beleza em vez de feitos técnicos! Céus, quando eu me lembro da hype do início da era 3D - e só jogo de visual horroroso! Muitas explosões e estilhaços. Som: Música é ótima, com som de sintetizador de PC antigo (claro, é um jogo feito para o X68K), tem um clima antigo e harmonias que me lembram Megaman. Casa bem com o gameplay frenético. Efeitos sonoros apropriados e até alguns que parecem saídos de animês. Jogabilidade: Velocidade alta e a quantidade de tiros vai aumentando com o passar do jogo até se transformar num verdadeiro bullet hell. Apenas um botão de tiro e outro de bomba. Uma certa nave deixa um item em forma de roleta. Escolha entre powerup, bomba ou escudo. Ficando no meio do item por um tempo, o jogador pega os três. O único porém é a falta de auto-fire, mas esse não é o primeiro jogo no qual é necessário apertar o botão repetidamente para atirar, então não atrapalha em nada para quem já está habituado.



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