Lucky Luke, o cowboy que dispara mais rápido do que a própria sombra, surgiu nos quadrinhos em 1946, quando estrelou "A Caravana". Sempre acompanhado de seu cavalo
Jolly Jumper — "o mais esperto do mundo" — este justiceiro ficou muito popular na Europa, ganhando versões animadas e protagonizando filmes longa-metragem.
Depois do estrondoso sucesso obtido, ocupando o terceiro lugar na lista dos mais vendidos do gênero (1º Tintin, 2º Asterix), o herói agora recebe outra homenagem: Lucky Luke: Go West! — um animado jogo para o computador que mistura elementos de ação e plataforma.
Como de costume, os criminosos irmãos
Dalton, antagonistas do Velho Oeste americano, estão fortemente presentes no enredo do game. O objetivo central é escoltá-los até Nova Iorque, mas a fama de "especialistas em fuga" dos bandindos estará sendo posta em prova durante várias ocasiões diferentes.
Mini-JogosNesta versão
DEMO, cedida gratuitamente pelos desenvolvedores, há certas limitações. A história só vai até onde dá aquele gostinho de quero mais, disponibilizando apenas as 5 primeiras fases, que não seguem uma seqüência lógica e podem ser jogadas aleatóriamente.
Na verdade, elas são todas compostas por mini-jogos, com objetivos curtos, bem diferenciados um do outro, cujos comandos variam de acordo com o estilo proposto. Somente em algumas você controla o próprio
Lucky Luke; mas, dependendo, é possível até mesmo guiar os vilões.
Na primeira, por exemplo, é preciso encontrar o ponto de chegada antes que o tempo limite seja esgotado. Para isso, você monta em
Jolly Jumper e deve seguir fechos de luz emitidos durante o percurso.
Na segunda, você encarna um dos
Dalton para saquear um banco e sair com vida. No estilo FPS (
first person shooter; tiro em primeira pessoa), é preciso atirar nos guardas antes que eles o façam.
A terceira fase é briga de bar; a quarta dependerá do seu ritmo com música; e a quinta é uma corrida dentro de um túnel onde trabalhavam mineradores.
CuriosidadeO cowboy Lucky Luke sempre aparecia com um cigarro ao canto da boca, mas a partir de 1983, seu autor decidiu substituir o mesmo por uma palha. Assim, ele obteve o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde (OMS).