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Castelo Schweinstein

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Funciona em: Android
Adicionado em : 20/08/2019 e-galáxia
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Descrição

Alana Schmidt
Ajudei a levar o rebanho para a montanha e meses depois, para baixo. Cuidei de cavalos e porcos. Arei o solo alheio e colhi o que plantei e foi com as mãos sujas de terra que peguei o telefone e ouvi a voz baixa de minha mãe: “foi ontem  ...
"Castelo Schweinstein" é uma fábula ao contrário. No alto de uma montanha reina soberano sobre a cidadezinha caipira Bergland, o castelo de porte médio (ihhh... eles não são tão ricos nem tão nobres...) Schweinstein. Nele vivem duas famílias: os nobres em plena decadência e a família de empregados que os servem. Um príncipe gay fã do Studio 54, uma princesa punk e os dois filhos drogados. A história do castelo e seus habitantes é narrada por Martin, filho dos zeladores, apaixonado por Franziska, a primogênita dos Schweinstein. O nome Castelo Schweinstein é uma brincadeira com a Língua alemã (schwein=porco, stein = pedra) e os tradicionais nomes de castelos europeus que remetem a animais belos e majestosos, espelho e identificação da nobreza. Todas as fotos e filmes foram feitas na Suíça, Alemanha, Áustria e França. "Castelo Schweinstein" foi criado para o digital. Literatura digital não é literatura digitalizada. A literatura digital não reproduz no digital o que poderia ser impresso. A literatura digital cria a partir de e explora os recursos das plataformas de publicação. Não é só o uso de outras mídias, como fotos e vídeos, mas também o ritmo (romances longos recebem "zonas de respiro" onde é possível que o leitor faça uma pausa sem perder o fio da meada) e o formato do texto (pode conter interações, pop ups e outros recursos) que diferencia a criação para o digital. Além da criação do conteúdo, o layout faz toda a diferença no digital. O e-book tem que se adaptar as diferentes plataformas e readers que existem no mercado e não o contrário, permitindo leitura sem quebra de layout em iPad, iPhone, androides, aparelhos Kindle, Kobo e telas de computadores com sistemas diferentes. Quando tudo isso passa despercebido ao leitor, que se envolve na leitura, é sinal de que foi bem feito ;) Em 2012 publicou Só o pó, o primeiro romance do mundo a explorar o Facebook como plataforma de publicação. Em uma página do Facebook, cada personagem ganhou um álbum de fotos. Durante meses, um capítulo por dia foi publicado, sempre acompanhando por posts dos personagens (conversas, fotos, vídeos). Em 2013, Só o pó foi formatado como e-book multimídia (com fotos, vídeos, pop ups e outros recursos).

Prós & Contras

Prós

  • Não encontramos pontos positivos.

Contras

  • Não encontramos pontos negativos.

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