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Collider Quest

Versão 1.1 Grátis
34 MB
Funciona em: Android
2.2/2.3/3.0/3.1/4.0
Atualizado em : 25/03/2014 beActive Media

O que estão falando…

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Descrição

Carlos Eduardo Ferreira
Uma viagem no tempo com puzzles e testes de memória

Collider Quest traz uma mistura de puzzles, testes de memória e uma verdadeira corrida contra o tempo. Aqui você controlará uma equipe de seis especialistas subitamente enviados para um futuro pós-apocalíptico. A ideia é trazê-los novamente para o presente — sem que nenhuma catástrofe ocorra durante o processo.

O game tem início em 1° de outubro de 2012, quando o protagonista, Peter Ansay, adentra as instalações do CERN (a organização europeia para pesquisas nucleares) a fim de ganhar acesso a um acelerador de partículas — o Collider. A ideia é sabotar o equipamento para impedir experimentos futuros.

Entretanto, algo não sai conforme o previsto, e a equipe é instantaneamente transportada através do tempo em um buraco de minhoca (wormhole), desembarcando no ano 2018. Os especialistas descobrem então que um desastre causado pelo Desconhecido acabou colocando o mundo em estado permanente de guerra — implicando, entre outras catástrofes ambientais, uma atmosfera irrespirável.

Nossa Opinião sobre o Collider Quest

Jogos envolvendo buscar coisas e resolver puzzles realmente não são nenhuma novidade no Android. Na verdade, há um sem número deles, de todas as formas, cores temáticas e dificuldades. Qual seria, portanto, o diferencial que se pode encontrar em Collider Quest? Bem, além de uma história bastante oportuna e interessante como pano de fundo, algo que tem rareado cada vez mais em jogos do gênero: um sentido ligando a coisa toda.

É verdade que, em termos de desafio e jogabilidade, provavelmente não exista aqui nada que você já não tenha encontrado em títulos semelhantes. São desafios envolvendo buscas por materiais específicos em cenários atulhados de coisas; puzzles em que se deve ligar adequadamente todos os terminais de um circuito; jogo dos X erros... E por aí vai.

A grande diferença aqui é a forma como cada puzzle parece perfeitamente adequada aos momentos específicos da boa história que anima o universo de Collider Quest. Dessa forma, você não vai simplesmente buscar objetos — vai, isso sim, encontrar os itens necessários para evitar a escuridão no arruinado hotel ocupado pelos seus companheiros de um futuro hediondo.

Da mesma forma, você não vai simplesmente ligar os caminhos de um labirinto de forma adequada — trata-se, na verdade, do circuito necessário para, enfim, aposentar a lanterna e o fósforo encontrado o puzzle anterior (veja acima) e devolver a energia elétrica ao local.

E, por fim, não se trata de simplesmente encontrar as diferenças entre duas figuras... Mas sim de comparar o projeto original ao alterado do acelerador de partículas que serve como estopim para a trama — tornando possível, dessa forma, reverter o estrago.

Dessa forma, Collider Quest se parece menos com um amontoado de minigames aleatórios (o que é bastante frequente na era inaugurada pelo Android e pela jogatina casual) do que um belo álbum de figurinhas, o qual contém uma história que ganha, de forma interligada e convincente, novas imagens a cada novo passo seu.

Naturalmente, essa organização é fortalecida pela bela história embala os seis sobreviventes de Collider Quest. Enviados a um futuro pós-apocalíptico por conta de um desdobramento imprevisto com o acelerador de partículas do CERN (Organização de Pesquisa Nuclear Europeia, na sigla em inglês), eles precisam encontrar uma forma de voltar para o seu tempo... Sem causar uma catástrofe de proporções desconhecidas durante o processo.

Naturalmente, mesmo uma boa história acrescida de desafios interessantes está completamente livre de clichês. Os seis personagens, por exemplo, nada tem de realmente empáticos. Trata-se, na verdade, de padrões bastante típicos em jogos do gênero — o que confere às suas existências algo de descartável. Quer dizer, provavelmente não faria nenhuma diferença o protagonista aqui fosse realmentevocê — sem qualquer necessidade de avatares.

Desconsiderado o lugar-comum em Collider Quest, entretanto, o game ganha pontos novamente pela bela atmosfera apocalíptico-desesperadora que cria em torno do 2018 fictício (espera-se!) da trama. São gráficos cartunescos em tons tão agradáveis quanto obscuros (em belos jogos de luz e sombra), os quais ganham uma trilha sonora arrastada, perfeitamente organizada para não desviar a atenção do desafio, mas igualmente macabra.

Enfim, se você é fã de pacotes de puzzles diversos... Mas sem abrir mão de uma boa história — principalmente a uma que se ligue, de forma interessante, à jogabilidade —, então com certeza vale a pena dar uma olhada no futuro pós-apocalíptico gratuito de Collider Quest. Afinal, pode servir como uma preparação, certo? Nunca se sabe...

Prós & Contras

Prós

  • Ótima história
  • Desafios bem relacionados á trama
  • Boa trilha sonora
  • Atmosfera envolvente
  • Belos Gráficos

Contras

  • Personagens parecem um tanto genéricos

Interesse ao longo do tempo

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