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Hail to the King: Deathbat

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616.21 MB
Funciona em: iPhone
iPhone/iPod Touch/iPad
Adicionado em : 16/12/2014 Avenged Sevenfold Touring
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Verificado com Antivírus

O que estão falando…

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Descrição

Luciano Carvalho
Entre no mundo criado pela banda Avenged Sevenfold e livre o mundo de seres malignos

Não é difícil encontrar entre os jogos disponíveis para sistemas móveis diversos deles que são baseados em filmes, desenhos ou histórias em quadrinhos. Porém, com Hail to the King: Deathbat, o que temos é uma obra criada e inspirada pela banda Avenged Sevenfold, contando a história do icônico Deathbat, mascote de longa data do grupo musical.

O game é um RPG de ação que narra a história de Andronikos, um herói dos humanos que nasceu em um mundo tomado por criaturas malignas e que, com uma força e sede por justiça descomunais, liderou seu povo para uma época de paz. Um dos deuses antigos não ficou contente em ver suas tropas sendo dizimadas e eliminou Andronikos, criando uma versão corrompida do personagem. 

Hail to the King: Deathbat - Imagem 1 do software

O jogador precisa, então, ajudar o herói, renascido como Deathbat, a eliminar sua cópia amaldiçoada e liberar novamente a ilha Moros das garras da escuridão. Hail to the King: Deathbat exibe cenários inspirados na mitologia criada pela banda norte-americana, totalmente modelados em 3D, passando por criptas escuras até florestas horripilantes, recheadas de monstros.

A campanha principal do game rende cerca de 12 horas de jogatina, oferecendo levas de monstros, demônios e outros seres que devem ser combatidos com espada e magias. Custando cerca de R$ 13, o jogo traz composições inéditas do grupo, com uma trilha elaborada especialmente para o aplicativo. É possível desbloquear novos personagens e conectar-se à sua conta App Store para liberar Conquistas.

Nossa Opinião sobre o Hail to the King: Deathbat

Se você gosta de música e games, Hail to the King: Deathbat pode ser a prova definitiva de que essa combinação é mais do que bem-vinda na tela de celulares e tablets. O título toma como base o universo sombrio criado pelo grupo Avenged Sevenfold – ou A7X para os fãs – e recria toda a sua mitologia em um jogo de ação com elementos de RPG.

Para quem curte o som da banda, o produto é uma experiência única, transportando a essência da banda para sessões de jogatina repletas de aventura e referências – criando uma conexão ainda maior com os músicos. Mesmo se Avenged Sevenfold não estiver entre seus artistas favoritos, Deathbat ainda oferece um game robusto e bem trabalhado.

Produção de alto nível

Ao abrir o jogo pela primeira vez, uma grata surpresa: é possível escolher o nosso português entre as diversas línguas disponíveis. Isso ajuda bastante no entendimento da história, já que há diversos diálogos entre o herói e NPCs que dão dicas sobre os rumos do roteiro, assim como dicas para alguns combates. Apesar disso, a introdução do game é toda em inglês.

Toda parte visual do jogo foi tratada com muito cuidado, com modelos 3D atraentes e cenários espaçosos, contendo bastante detalhes. Para os saudosistas, a atmosfera e o design lembram bastante os títulos da série Legacy of Kain e Soul Reaver, populares no PC e PlayStation. O único porém é a falta de um senso melhor de profundidade, com algumas regiões ficando meio chapadas.

Isso poderia ser o básico em um jogo criado por um grupo musical, mas Hail to the King: Deathbat tem uma trilha sonora fenomenal – misturando metal, eletrônico e temas 8-bits. As músicas foram compostas para preencher cada momento, de forma muito bem pensada, e a canção que toca durante a luta com os chefões é ainda mais inspiradora e empolgante.

Pegando a manha

Os controles são semelhantes a de outros jogos de ação, reservado a parte esquerda de tela para criar um direcional virtual e a porção direita para oferecer botões de ataque e magia. A coisa é até bem fluida, mas, em algumas partes das fases, a visão isométrica e a falta de uma precisão milimétrica podem acabar irritando os jogadores menos experientes.

Ainda assim, o game tem uma curva de aprendizado tranquila, com monstros e puzzles bem fáceis de início, que vão aumentando de dificuldade num ritmo bem razoável. Uma boa dica de estratégia é aprender a avançar, golpear e depois recuar, evitando o ataque do inimigo. Isso pode ser usado tanto para oponentes com mais vida como para os chefes de fase.

Pelo fato de o game já ser pago – com valor de aproximadamente R$ 13 –, achamos um pouco alto o preço pedido para desbloquear personagens extras como os membros da banda, que custam cerca de R$ 5 e não podem ser adquiridos de outra maneira. Apesar disso, a boa jogabilidade, história bacana e possibilidade de se divertir por mais de dez horas fazem o game valer a pena – e muito.

Prós & Contras

Prós

  • Opção de tradução para o português
  • Boa curva de aprendizado
  • Jogabilidade simples
  • Gráficos em 3D bem produzidos
  • Trilha sonora fantástica

Contras

  • Alguns desafios requerem prática
  • Microtransações caras
  • Ocupa bastante espaço de armazenamento

Interesse ao longo do tempo

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