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Enemy

Versão DEMO Grátis para testar
1.23 GB
Funciona em: Windows
XP/Vista/7/8/8.1/10
Adicionado em : 12/06/2015 Tom Johnson
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Verificado com Antivírus

O que estão falando…

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Descrição

Allan Valin
Um RPG retrô de combate tático e dificuldade que vai deixar muita gente frustrada

Enemy é um game no qual os fracos de coração podem não se dar muito bem: com uma dificuldade altíssima, um simples erro pode custar a vida dos seus personagens – permanentemente.

Seu combate organizado ao estilo tático remete a títulos recentes famosos, como XCOM, inclusive permitindo o uso de elementos do cenário ao seu favor. Há uma árvore no caminho? Atire contra ela e faça com que caia sobre os inimigos.

Esta versão demonstrativa está disponível por meio do Steam, não requerendo muitos recursos do seu computador para rodar. Nela, a restrição é de existirem apenas dois quadrantes do mapa inteiro para explorar, não sendo possível visitar nenhuma cidade (para recrutar novos aliados e substituir os mortos), nem encontrar os monstros poderosos que estão ameaçando eliminar a raça humana do mundo.

Cidade

Estratégia e sorte andam de mãos dadas

Apesar desse impedimento geográfico, isso de nada impede você de experimentar o jogo ininterruptamente, caso a sua habilidade permita isso: como os cenários de cada quadrante são gerados de modo aleatório, é possível ficar indo e voltando entre os dois disponíveis e matar inimigos à vontade. Fazer isso concede experiência para o time inteiro, então todos sempre sobem de nível ao mesmo tempo, permitindo uma distribuição variada de pontos de habilidade.

Dependendo dos armamentos encontrados, é necessário um mínimo de habilidades específicas para manuseá-los; ou seja, uma simples faca requer pelo menos um ponto em “Melee”, por exemplo. As partidas iniciadas sempre permitem que você escolha não apenas a dificuldade, mas também a classe do seu personagem; ou melhor, o “estilo de jogo” ao qual ele pertence.

Basicamente, é possível escolher entre ação, aventura, horror e plataforma, além de alternar entre dois modelos pré-fabricados sobre a história do personagem, definindo as suas motivações e objetivos. Feita essa escolha, que também inclui sua aparência, você distribui cinco pontos de habilidade: dependendo daquelas escolhidas, o seu guerreiro será especializado em uma área diferente – os seus dois companheiros de grupo são fabricados de modo a compensam nos tipo de ação que você não pode realizar.

Inventário

Comandos

  • Mouse: indica com o que interagir no cenário;
  • Clique esquerdo (duplo): movimentação;
  • Clique direito: cancela uma seleção;
  • Teclas 1, 2, 3, 4 e 5: seleciona uma ação (também pode ser feito via clique esquerdo simples);
  • Tab: alterna entre o personagem atual;
  • Tecla C: abre a tela de habilidades;
  • Tecla I: inventário;
  • Barra de espaço: encerra o turno;
  • Esc: exibe o menu.

Nossa Opinião sobre o Enemy

Se Enemy pode ser destacado por alguma coisa, esse elemento não seria o seu visual retrô com aparência similar a Minecraft, muito menos o fato de ser um RPG com o combate dividido em turnos, ao estilo tático, mas sim a sua dificuldade extremamente alta e punitiva: o menor dos erros é capaz de eliminar o seu grupo inteiro em apenas um turno, por exemplo.

Dessa forma, o game pode não ser para qualquer um, pois o nível de frustração gerada é muito alto. A jogabilidade, algo que deveria ser extremamente simples e intuitivo, os desenvolvedores conseguiram deixar truncado e confuso: selecionar os personagens, interagir com o cenário, atacar, mover-se e outras ações têm uma curva de aprendizado mediana, sendo preciso ir testando os comandos até entender todos.

Os gráficos de Enemy não são apenas parecidos com Minecraft em aparência: sua composição em cubos expande a jogabilidade de maneira espetacular, permitindo coisas pouco vista em games do mesmo gênero. Caso a proposta do título não fosse retrô, no entanto, o visual seria um ponto negativo: afinal, apenas com um jogo muito divertido um visual feio e preguiçoso pode ser tolerado.

Um ponto interessante na jogatina é que você pode se esconder atrás de uma árvore para evitar disparos hostis, destruí-la com os projéteis e usar os pedaços de madeira derrubados para arremessar contra os inimigos. Outro fator de destaque é o fato de o campo de visão dos personagens definir o que você consegue enxergar no cenário, conferindo mais realismo à jogabilidade.

Em relação à música de fundo, ela é muito genérica e de nada tem a ver com a temática do game, servindo para não deixar o jogador com o silêncio. Basicamente, ouve-se apenas um único tom eletrônico constante (como pressionar e segurar apenas uma nota do piano) e um som de vento soprando. Isso muda um pouco durante o combate e a “música” fica mais agitada, mas nem de longe é suficiente para classificar como uma trilha sonora variada.

Os efeitos sonoros são compostos por sons em MIDI, o que combina com a proposta retrô do título e mostra variedade suficiente para retratar diferentes barulhos do combate. Por fim, é interessante notar que apenas a versão demonstrativa do game foi testada, não sendo possível falar sobre toda a extensão e complexidade oferecida por Enemy. Por fim, como a versão paga permite recuperar a energia e recrutar novos aliados, é possível que o game seja um pouco mais divertido e menos frustrante do que a demo.

Prós & Contras

Prós

  • Proposta interessante
  • Mapas gerados aleatoriamente
  • Morte permanente

Contras

  • Visual pouco elaborado
  • Jogabilidade meio ruim
  • Trilha sonora fraca

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