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Journey to the West

Versão Open Beta 1.3.3.12 Grátis
2.48 GB
Funciona em: Windows
XP/Vista/7/8/8.1
Atualizado em : 15/12/2014 Cubizone
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Verificado com Antivírus

O que estão falando…

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Descrição

Felipe Payão
Seja um guerreiro celestial e derrote o terrível imperador de Celestial Realm

Journey to the West (JttW) é um MMORPG que te coloca no mundo de Celestial Realm, onde suas terras são dominadas pelo terrível deus Jade Emperor. Na pele de uma das quatro classes disponíveis, você poderá usufruir de um sistema de combate que entrega formas elementais e transformações físicas para seu personagem ficar mais forte e aniquilar os inimigos. 

A aventura começa quando a terra de South Gate (SG), em Celestial Realm, sofre diversas guerras iniciadas por Jade Emperor, que desafiou os céus em busca de poder. Essa ação trouxe medo e terror para os habitantes de SG. A partir daí você tem duas opções: ou luta contra o grande deus da corrupção, ou você também se torna um grande imperador, deixando SG sob seus pés.

O jogo possui todos os recursos já conhecidos dos games desse estilo, como modo de luta, exploração etc. Contudo, o grande foco de Journey to the West está no poder que é liberado por meio das transformações. 

Imagem do jogo

Classes do jogo

Como dito antes, existem algumas raças de personagens para você enfrentar os desafios de Celestial Realm. As quatro classes são Asura, Kitsune, Netherese e Naga. Conheça um pouco mais sobre elas logo abaixo.

  • Asura: os jogadores dessa classe são os tankers, que têm como habilidade principal causar dano em combate melee. Seu ponto positivo é, além do ataque, a defesa; já suas fraquezas são os danos recebidos por magia e fuga;
  • Kitsune: classe "fofinha", na qual o player pode jogar com uma menina com orelhas de raposa. Seu principal atributo é a magia de médio alcance, e como ponto negativo está a sua defesa física;
  • Netherese: esta classe seria algo como um Necromancer. Vindos do submundo, são conhecidos por sua velocidade e chances de ataques críticos. Seu único problema é a lenta recuperação de vida;
  • Naga: são descendentes do dragão e se parecem com os magos de outros MMO. O ponto forte está nos seus ataques, que envolvem magia e habilidades de transformação. Contudo, são fracos em defesa física e também recuperam a vida lentamente.

Journey to the West - Imagem 2 do software

Jogue com seus amigos

Journey to the West permite que você faça as quests com outros jogadores pelo mundo. A ideia é derrubar os chefões e pegar habilidades para transformar e aumentar seus poderes. São 72 “Bosses” que você encontra durante o jogo. 

Desenvolvido pela Cubizone e XiaoYou Information Tech, JttW possui a maior parte de sua base de usuários em países como Tailândia e Taiwan. O jogo saiu recentemente de sua fase Beta , e você pode acompanhar as novidades na página oficial do game.

Imagem do jogo

Comandos
  • Teclas W,A,S,D ou botão esquerdo do mouse: movimentação do personagem;
  • Botão direito do mouse: ataque básico;
  • Teclas numéricas: habilidades.

Nossa Opinião sobre o Journey to the West

Journey to the West não é uma adição tão feliz ao gênero de MMO. E seus problemas, que já começam no tutorial, passam por todas as áreas do desenvolvimento do jogo. Contudo, há esperanças: ele ainda é um Open Beta. 

Logo ao entrar em JttW, você escolhe a sua classe e modifica o seu personagem. O sistema de customização não passa de um "OK". Você tem algumas opções de cabelos e cores, tatuagens, rostos e só. Não se empolgue nessa hora, pois você terá que se identificar com seu personagem mesmo que sua personalização seja fraca. 

O game começa em um santuário no qual você consegue ganhar uma quantidade considerável de experiência (XP) sem brandir a espada uma única vez, apenas conversando com os NPCs. Neste momento, você já percebe que começam os problemas do jogo, como a larga obtenção de experiência sem qualquer trabalho “mais árduo”

Bugs e Poluição 

A interface é extremamente poluída e tem diversos bugs, como botões clicáveis que simplesmente não funcionam — ou quadrados de mapa que aparecem só pela metade. É fácil se perder no meio de tanta informação e cor na tela, pois não há uma linha de pensamento sobre como as descrições dos itens e skills aparecem; é tudo meio despejado na sua cara. 

A movimentação robótica também é um ponto negativo. Andar para trás é sofrível e as animações não são fluidas.  

Gráficos e trilha

Este é um tópico positivo, já que os gráficos e a trilha sonora fazem um bom trabalho. As cores são chamativas tanto nos personagens quanto cenário; as sombras e texturas não fazem feio e tornam o jogo mais agradável. Não sofremos com lags e falhas na renderização. A trilha sonora talvez seja uma das coisas mais interessantes no game. Acelerada e entusiasmada, é fácil você se sentir um dos Cavaleiros de Ouro correndo as 12 casas para salvar Atena.

Sistema de combate 

O sistema de combate pode ser definido como "esmaga botões". Além disso, não há um planejamento de skills ou uma fuga bem executada. A sequência de batalha que se segue é assim: ver inimigo, chegar até o inimigo e massacrar o botão do mouse. 

Contudo, algo interessante é utilizar as transformações elementais (fogo, água etc.) para aumentar o poder de seu personagem. Não pela execução em si, mas pela ideia, saindo um pouco do lugar comum dos MMOs atuais.

E aí, vale a pena?

Journey to the West é um jogo para poucos. E isso não é um elogio. Poucos que têm uma paciência de um monge tibetano para suportar tantos bugs, falhas de design na interface e um sistema de combate ultrapassado. 

O único ponto positivo que nós vimos durante a experiência foi o gráfico. A aparência do jogo em si é bonita, nada espetacular, mas é uma tentativa interessante com boas texturas, sombras e polimentos. Se você quer testar um MMO diferente e experimentar novidades do Oriente, mesmo que inacabadas, vá fundo e faça o download. Afinal, Journey to the West é de graça.

Prós & Contras

Prós

  • Gráficos bem trabalhos
  • Ideia interessante no sistema de transformação

Contras

  • Interface poluída
  • Movimentação robótica
  • Bugs
  • Sistema de batalha ultrapassado

Interesse ao longo do tempo

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